Carreira
Graduado em Engenharia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1977), possui mestrado em Engenharia Nuclear e Planejamento Energético pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1981), doutorado em Engenharia Nuclear pelo Massachusetts Institute of Technology (1985) e Livre Docência pela Universidade de São Paulo (2004). Servidor público desta instituição desde 1991, é Professor Titular e atual Diretor do Instituto de Eletrotécnica e Energia, tendo exercido os mandatos de Diretor da Divisão de Ensino e Pesquisa e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Energia até 2011. Nesse Instituto, já exerceu os cargos de Coordenador de Pesquisas em 1994 e 1995 e Coordenador do Programa (Interunidades) de Pós-gradução em Energia, de 1999 a 2003, concomitantemente com a Presidência da Comissão de Pós-graduação. Esteve licenciado entre 31/01/2003 e 24/09/2007, para exercer o cargo de Diretor Executivo da Petrobras, responsável pela Área de Negócios de Gás e Energia. Nesse período, consolidou e expandiu os segmentos de gás natural, de fontes renováveis, de biocombustíveis e de geração e comercialização de energia elétrica. Ainda na Petrobras, exerceu os cargos de Secretário Executivo do CONPET, diretor da Petrobras Energía Participaciones S.A. e diretor da Petrobras Energía S.A. Representou a Petrobras nos eventos globais “IPCC Expert Meeting on Industrial Technology” (IPCC/UNEP, Tóquio, 2004) e “Meeting with Business Leaders on G8 Priorities” (WEF/UK Government, 2005). Realizou atividades de assessoria na empresa Tecsauer Consultoria Ltda., na área de projetos, ensaios e garantia da qualidade para o desenvolvimento de projetos de plantas térmicas e de equipamentos, entre 1989 e 1991. Entre 1986 e 1989, foi servidor público na Coordenadoria de Projetos Especiais do Ministério da Marinha, COPESP, exercendo o cargo de Gerente de Projeto de Desenvolvimento do Circuito Primário de uma planta nuclear protótipo tipo PWR de aproximadamente 48 MW. Nesse período, foi responsável pela coordenação técnica e administrativa dos projetos conceituais básicos e executivos, envolvendo áreas de termo-hidráulica, mecânica, análise estrutural, blindagens nucleares, instrumentação, arranjo e integração, interface com controle de planta e programa experimental. Publicou 17 artigos em periódicos internacionais, quatro livros, além de contribuir com capítulos em outros seis livros, de autores distintos. Concluiu até o momento a orientação de 36 dissertações de mestrado e onze teses de doutorado. Supervisionou também trabalhos de pós-doutorado e iniciação científica. Participou de mais de 130 bancas examinadoras e dez bancas de comissões julgadoras. Foi agraciado com cerca de 10 prêmios e títulos. Participou, como convidado, de algumas dezenas de eventos e concedeu inúmeras entrevistas. Em 2008 recebeu, das mãos da Secretária Geral da Campanha ”O Petróleo é Nosso”, Maria Augusta Tibiriça, o título de “Membro Honorário da Associação de Engenheiros da Petrobras – AEPET” .
É natural de Campina das Missões, RS, onde foi Presidente do Grêmio Estudantil Tiradentes, em 1969-70, Secretário Executivo do Sindicato de Trabalhadores Rurais 1971-74 e Goleiro do E.C. Cruzeiro, 1972-74, do qual é sócio-fundador, membro da Diretoria do EC Cruzeiro e do Clube Bela Vista.

Prezado Professor Ildo Sauer,
Meu nome é Ana Targina Rodrigues Ferraz, sou professora do departamento de Serviço Social da UFES e coordeno o Núcleo de Estudos em Movimentos e Práticas Sociais (NEMPS). No momento, juntamente com a Rede Alerta, uma rede para articulação e formação de militantes e lideranças de movimentos sociais do Espírito Santo, estamos organizando um seminário para debater o atual modelo de desenvolvimento do estado, em que o núcleo de petróleo e gás tem sido muito importante. Quero, então, convidá-lo a proferir uma palestra neste seminário no dia 30 de junho (sábado) às 9: 00 com o tema “Uma política energética para o Brasil” na qual o senhor poderia abordar a atual política energética do pais em perspectiva crítica. Para nós seria muito important contar com sua presença no evento. O evento acontecerá no sábado para que possamos contemplar os militantes do interior. Meus contatos são: anatargina@uol.com.br, (27) 4009-2606 ou 2610.
Atenciosamente,
Ana Targina Rodrigues Ferraz
Ildo, fomos contemporâneos na UFRGS – formei dezembro de 77. Lembro de corrigir as tuas provas de mecânica dos solos…. Tento te imaginar um pouquinho mais magro e lembrar de ti…. Criei uma disciplina Geografia da Energia – UFPel e me apaixonei pelo tema. Acredito que devamos espraiar a discussão sobre energia. abraços Alfredo
Sou eng civil graduado pela UFRGS e entrei na Universidade em 76.Na época fui convidado para o curso de eng nuclear.Com certeza circulamos nos mesmos ambientes e como interioranos passamos pela Casa do Estudante. Talvez até jogamos futebol juntos. São lembranças vagas de um tempo já distante. Gostaria apenas de parabenizá-lo pela coragem das suas declarações e que mantenhas a determinação para seguir lutando por aquilo que consideras correto.
Um grande abraço
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Professor Ildo,
Agradeceria por receber um endereço de e-mail para que eu possa encaminhar um arquivo em pdf com um projeto que julgo da maior importância para a humanidade.
Trata-se de um produto desenvolvido por cientistas brasileiros, Rio de Janeiro, e que faz com que a gasolina emita 10% a menos de gases nocivos nas cidades e mais de 20% a menos destes gases nas estradas, sem perda de performance e/ou durabilidade dos motores.
Este produto é para ser adicionado à gasolina na proporção de 1 (uma) unidade do produto para 1.666 (um mil seiscentas e sessenta e seis) partes de gasolina.
O custo de produção do produto para ser misturado a 1 lito de gasolina é de R$ 0,0038 (trinta e oito milésimos de real), devido à matéria prima empregada em sua fabricação e sem considerar a redução de custo com a produção em escala.
Estando o produto pronto para ser testado antes de qualquer investimento ou decisão, gostaria de entender o porque de empresas como Petrobras, Shell, TotalErg, Statoil e BP dentre outras não terem nem mesmo se interessado em testar.
Diante de tudo que se fala na mídia, como entender estas reações em relação a um produto PRONTO e que proporcionaria um efeito imediato na atmosfera equivalente ao de se retirar de circulação 10% da frota de automóveis nas cidades e mais de 20% nas estradas?
Agradeço antecipadamente pela atenção que puder dar ao assunto.
Respeitosamente,
Luiz Sergio de Andrade
Caro professor Ilso Sauer, publicamos em Recife o jornal A Verdade (www.averdade.com.br), gostaríamos de entrevistá-lo para o jornal por e-mail. È possível? Atenciosamente, Luiz Falcão
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Caro professor Ilso Sauer, publicamos em Recife o jornal A Verdade (www.averdade.com.br), gostaríamos de entrevistá-lo para o jornal por e-mail. È possível? Atenciosamente, Luiz Falcão
Thank you, very much!
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